Retro
Retro
quinta, 26 junho, 2008
Au revoir, Uniblog.

Depois de muito sofrimento com esse servidor que parece me odiar, estou de mudança. Agora você encontra os meus devaneios aqui:

http://rebeca-ribeiro.blogspot.com

Lá, ao menos, vocês sempre vão poder me acompanhar.

Espero vocês. Abraços.



postado por Rebeca Ribeiro as 08:32:20 0 comentários




sábado, 24 maio, 2008
Eu descobri o que é AMOR!

Amor é uma freguesia portuguesa do *concelho de Leiria, com 18,13 km² de área e 4 738 habitantes (2001). Densidade: 261,3 hab/km².

As principais localidades desta freguesia são Amor, Casal dos Claros, Barreiros, Coucinheira, Casal Novo e Toco.

* Concelho (com "C" mesmo) é a denominação para 'município' em Portugal!

Fonte: Wikipedia



postado por Rebeca Ribeiro as 11:17:56 2 comentários




O amor é muito jovem pra saber o que é consciência

Lembro do velho raquítico que me dava lições de Português, uma pele suja onde moravam ossos, sempre me dizendo “O importante é o sujeito, o importante é o sujeito”. Não sei se exatamente por isso, mas sempre carreguei o sujeito do velho como sendo eu própria, dispondo das costas para levar o peso de ser a responsável por tudo...

Vi que n'aquele momento eu tinha tudo o que eu queria. Solidão acompanhada.

E tudo parecia perfeito... E tudo era perfeito.

E alguém bateu na porta.

De seus lábios, eu ouvi:

“Sempre tem alguém pra atrapalhar a gente...”

Prontamente, ávida como urubu em carniça nova, retruquei antes de ele bater a porta:

“Sempre tem você pra me atrapalhar...” enfatizei.

Afinal, o importante é o sujeito.



postado por Rebeca Ribeiro as 09:19:50 0 comentários




quinta, 22 maio, 2008
E a brincadeira era essa...

Aquela velha história da maçã no alto da árvore: "As melhores estão no alto, e ninguém quer subir pra pegar". Aquela conversinha de "você é boa demais pra ele" ou "você merece coisa melhor". Balela. Tudo balela. Ele não era suficientemente bom pra mim? Dane-se! Era ele quem eu queria. Era ele quem me fazia sorrir quando eu estava triste, era ele quem me animava quando eu estava pra baixo, era ele que inventava jogos com papéis picados pra me tirar do meu tédio. Era ele que me enlouquecia com aquele jeito de olhar levantando uma sobrancelha só. Teve aquele dia que eu liguei pra todos os meus amigos, e os chamei para fazer parte da minha solidão. Nenhum deles estava disponível. Nenhum deles foi capaz de perceber que eu estava sofrendo. Ele sim. E foi com ele que eu dancei a noite inteira. E foi ele que me fez girar. Ele não presta? Não deve prestar mesmo. Ele é gente. E gente não presta. Eu não gosto de gente, mesmo. Mas dele eu gosto. Ele eu queria. E essa distância toda está me irritando. E essa fugacidade toda me incomoda. E essa ausência me dói.

E a minha covardia de fazê-lo saber de tudo isso supera toda essa vontade...




postado por Rebeca Ribeiro as 03:49:49 0 comentários




sábado, 17 maio, 2008
Títulos me cansam

Peço desculpas pela minha ausência um tanto prolongada, mas é que ando a procura de mim mesma... Estou numa viagem alucinante em que recolho uma nova camada de mim dia após dia.

Mas eu volto. Certamente que sim.



postado por Rebeca Ribeiro as 09:39:01 0 comentários




sábado, 03 maio, 2008
Reticências

"reticências: sf. pl. Sinal de pontuação: três ou mais pontos, que indicam interrupção do pensamento ou omissão de coisa que se diria."

(Dicionário Aurélio)

Eu não sei se alguém já percebeu, mas eu adoro colocar reticências no final das coisas que escrevo. Acho que poucas pessoas devem ter percebido isso, pois até então, nem eu mesma tinha reparado nisso... (e também porque eu não sou tão lida assim para que reparem nas minhas reticências... hehe). Hoje eu percebi que nos títulos de todos vários posts eu as usei, e também o faço com bastante frequência nos meus textos. De acordo com a definição do Aurélio, reticências indicam interrupção de pensamento. Então é isso!! Tenho pensamentos interrompidos....

Mas quem disse que são só pensamentos?

Uso-as no texto pois uso-as na vida! Eu não gosto muito de omissões, mas interrupções... Ah.. Essas são comigo mesma... Interrupção de atividades, de atitudes, de pensamentos, de sentimentos, de textos... (de amores...)

A minha consciência de que algo precisa de reticências, vírgulas ou pontos finais não é lá grandes coisas mas, como diria Vinícius de Moraes: "a gente vai levando... a gente vai levando..."

Quem sabe, mais cedo ou mais tarde, uma exclamação venha me fazer companhia...

Se você na sua vida nunca interrompe nada, que retire as suas reticências, pois as minhas vão ficar aqui. E fica aqui também um poema de Álvaro de Campos que se chama (é claro) "Reticências"...

E ponto final.

"Arrumar a vida, pôr prateleiras na vontade e na ação. Quero fazer isto agora, como sempre quis, com o mesmo resultado; Mas que bom ter o propósito claro, firme só na clareza, de fazer qualquer coisa! Vou fazer as malas para o Definitivo, Organizar Álvaro de Campos, E amanhã ficar na mesma coisa que antes de ontem — um antes de ontem que é sempre... Sorrio do conhecimento antecipado da coisa-nenhuma que serei. Sorrio ao menos; sempre é alguma coisa o sorrir... Produtos românticos, nós todos... E se não fôssemos produtos românticos, se calhar não seríamos nada. Assim se faz a literatura... Santos Deuses, assim até se faz a vida!
Os outros também são românticos, Os outros também não realizam nada, e são ricos e pobres, Os outros também levam a vida a olhar para as malas a arrumar, Os outros também dormem ao lado dos papéis meio compostos, Os outros também são eu. Vendedeira da rua cantando o teu pregão como um hino inconsciente, Rodinha dentada na relojoaria da economia política, Mãe, presente ou futura, de mortos no descascar dos Impérios, A tua voz chega-me como uma chamada a parte nenhuma, como o silêncio da vida... Olho dos papéis que estou pensando em arrumar para a janela, Por onde não vi a vendedeira que ouvi por ela, E o meu sorriso, que ainda não acabara, inclui uma crítica metafisica. Descri de todos os deuses diante de uma secretária por arrumar,  Fitei de frente todos os destinos pela distração de ouvir apregoando, E o meu cansaço é um barco velho que apodrece na praia deserta,  E com esta imagem de qualquer outro poeta fecho a secretária e o poema... Como um deus, não arrumei nem uma coisa nem outra..."

(Texto publicado originalmente em algum ponto do ano de 2007. Se não me engano, em março...)



postado por Rebeca Ribeiro as 02:36:09 3 comentários




quinta, 01 maio, 2008
Notas de um feriado

A princípio parecia sem graça. Parecia ser apenas mais um. Só por que tinha os olhos verdes, isso não significava que fosse especial. Mas aquela curva mudou tudo. Um carro em movimento, inércia. Que força era aquela, que segurava sem ferir? Naquele momento, deixou de ser mais um. Passou a ser meu. (Mesmo não sendo)

(Coisas que eu não sei explicar - e acho que nem precisa.)



postado por Rebeca Ribeiro as 06:50:53 2 comentários




quarta, 23 abril, 2008
Sobre méritos e afins

Eu não gosto de "roubar" textos. Acho chato. Sempre que eu sei de quem são os textos que escrevo dou os devidos créditos. Até mesmo quando não sei. O texto que publiquei logo abaixo foi tirado do Orkut. E como quase tudo no Orkut, sem aspas e sem créditos. Achei lindo e copiei. Achei que ia estragar o post colocar toda essa informação entre parênteses abaixo de toda essa poesia. Então, tá explicado. Se o autor passar por aqui, me dá um grito. Vou fazer questão de divulgar. E como dizem no Twitter (tô ficando viciada nisso):  #prontofalei.



postado por Rebeca Ribeiro as 09:40:54 2 comentários




Acontece rápido assim

-Ainda tá acordada?

-Tava vendo vc dormir.

-Vamos dormir...

-Acho que eu ja te amo.

-Vamos dormir, meu bem. Vamos dormir...



postado por Rebeca Ribeiro as 09:12:46 0 comentários




Movimento Blog Voluntário

Pois é, pessoal. O tempo está mesmo muito curto. Mas a correria louca lá na faculdade está valendo a pena. Tive, nessa semana, as melhores notas da minha vida acadêmica (Anda, gente! Cadê os "wooo-hooo" de alegria? Ainda não estou vendo saltos e aplausos!)

Então. Já que a coisa anda boa para o meu lado, por que não fazer com que o mundo que eu vivo fique um pouquinho melhor?

Nesse intuito, resolvi participar do Movimento Blog Voluntário, também conhecido no Twitter como #mbv08 . Depois de pensar bem na minha capacidade de escrever alguma coisa REALMENTE útil, decidi que é viável (Não duvidem. Eu consigo.)

Esse movimento é parte do Dia Global do Voluntáriado Jovem, cuja idéia é somar esforços positivos que promovam transformações nas comunidades através da ação de milhões de voluntários em todo o mundo.

Os blogueiros vão fazer a sua parte criando posts que ajudem a combater o analfabetismo digital. Vale artigo, crônica, tutorial ou qualquer outra coisa que ajude a diminuir a ignorância do povo com relação à vida tecnológica!

O selo da campanha está ali ao lado! (Igual ao que está ali acima!)

Se você também tem um blog, vamos lá! Faça também parte desse movimento!

Sempre vale a pena espalhar conhecimento!

(Esse finalzinho ficou muito "campanha eleitoral"... Mas tá bom. É quase isso mesmo.)



postado por Rebeca Ribeiro as 03:58:09 0 comentários




quinta, 17 abril, 2008
Observações de meio de semestre

Três pequenas observações:

1ª: Eu ando estudando um bocado, e muito sem tempo pra postar. Me desculpem.

2ª: Eu não gostei do roxo (a cor do texto) que eu usei no post abaixo, mas percebi isso quando todos os leitores de feed's do mundo já tinha indexado o post. Se eu mudasse a cor, todos os assinantes de feed iam receber um texto repetido. Então o roxo feioso fica.

3ª: Pra quem acabou de aparecer por aqui, um aviso: Eu não sou sempre tão monossilábica. (Tente ler os textos mais antigos. Quando eu não sabia escrever eu escrevia melhor. Naquela época eu tinha tempo, acho.)

Era isso.

Até breve. (Espero.)



postado por Rebeca Ribeiro as 09:39:21 0 comentários




sábado, 12 abril, 2008
Beijos... e mais beijos...
Beijar na boca é muito bom.
Hoje eu beijei um tanto grande.
Daria pra cansar, mas eu não cansei

Agora eu vou chorar. Acho doido.



postado por Rebeca Ribeiro as 06:49:34 0 comentários




terça, 08 abril, 2008
Sobre sorrisinhos idiotas

Hoje eu estava andando de ônibus, e o trânsito estava uma droga. Demorei quase meia hora percorrendo um trajeto que normalmente dura uns 10 minutos. Cheguei a pensar que teria sido melhor ir a pé. Mas já que tinha pagado passagem, e lá estava, lá fiquei.Como se o fato de ter que ir estudar pro vestibular no meio da tarde, com um sol de rachar já não fosse o suficiente. E isso não foi o pior. O pior foi ter que suportar uma senhorita de grandes proporções (vocês me entenderam, não é?) que se sentou ao meu lado. Não tenho nada contra gordinhos, obesos, pessoas acima do peso, enfim, como queiram chamar, mas essa cidadã insistia em não se segurar em lugar nenhum, ou seja, a cada sacolejada do coletivo ela praticamente ficava no meu colo. Mas ela era obviamente uma pessoa muitíssimo bem educada, então todas as vezes que isso acontecia ela se virava pra mim e dizia (em um tom nada amigável): “Foi mal, aê...” Isso mesmo. Você não leu errado. “Foi mal, aê”. Será que isso quis dizer “me desculpe”? Eu interpretei que sim. Mas saber o que significava isso não me fez encontrar nada que pudesse servir como resposta. Pensei em dizer “desculpado!”, mas acho que as expressões não são equivalentes. Depois pensei em dizer um “Falou, aê”, que seria bem próprio, mas eu não me permiti esse nivelamento. Então, a cada vez eu simplesmente dava um sorrisinho idiota. Sabe aquele sorrisinho que você dá quando encontra com o seu chefe que você detesta, mas tem que fingir que gosta, e sempre esquece de desmanchá-lo após o cumprimento? Pois é. Foi um desses que eu dei. E lá ele ficou. Eu só percebi que ainda estava com a cara esticada quando uma gentil senhora que ia descer no ponto seguinte passou e me sorriu de volta! É claro que eu desmanchei o bendito na mesma hora (depois de acenar educadamente pra velhinha, certamente). E ao olhar pra fora ainda deu pra perceber que ela também tinha esquecido de tirar o sorriso do rosto dela também, e seguia, sorridente por motivo nenhum, esperando o rosto cansar e voltar ao normal. Ou até que ela passasse por outra pessoa que a fizesse lembrar que ela ainda estava sorrindo pra mim.

(Texto publicado originalmente no dia 15/09/2006.

Foto do sorriso artificial do meu colega de trabalho, que se voluntariou para tal!)



postado por Rebeca Ribeiro as 03:49:36 1 comentários




sábado, 05 abril, 2008
Think Geek!

Meu novo sonho de consumo: "Wi-fi detector Shirt" - Uma camisa que detecta sinal wi-fi por onde a pessoa que a estiver usando passar! Quem quiser me dar uma de presente de aniversário, em 07/05, é só acessar o Think Geek!! Ah, pessoal, deixem de ser pão duros! Custa só 29,90 dólares! :D




postado por Rebeca Ribeiro as 07:08:59 1 comentários




sábado, 29 março, 2008
Meu endereço de e-mail parece de um idiota?

Os spammers acham que o público que usa internet é idiota! Só pode! Hoje recebi na minha caixa de lixo eletrônico uma mensagem com o seguinte título:

Enc: INTIMAÇÃO PARA COMPARECIMENTO EM AUDIÊNCIA

Começando por aí: Uma intimação encaminhada? Como assim? Algum juiz/advogado, ou o que quer que seja enviou uma intimação a mim por e-mail para um terceiro que eu não conheço? Ah tá! Pode ser!

O pior ainda está por vir: A mensagem foi enviada a um cara que usa um e-mail psycho_punk_black@hotmail.com! Esse realmente é o e-mail de um advogado bastante confiável! E esse advogado é tão legal que me encaminhou a intimção, que vem com o texto:

PROCEDIMENTO   INVESTIGATÓRIO   N.º  057/2008


     Assunto: INTIMAÇÃO PARA COMPARECIMENTO EM AUDIÊNCIA, relativa ao procedimento investigatório em epígrafe,  em tramitação nesta Regional, conforme despacho em anexo.

ANEXO INTIMACAO.ZIP (78k)

E o anexo, é claro, era um link <ironia> nada suspeito </ironia>!

E eu cliquei, né? unhum. Podexá! Espera aí um bocadinho que eu estou indo ali clicar em um link de uma intimação que eu recebi e já volto...



postado por Rebeca Ribeiro as 12:46:05 8 comentários




quinta, 27 março, 2008
"Vodka Martini, please. Shaken, not stirred"

Da série: "Como beber bebidas ruins com elegância"

Aviso: Esse post contém juizo de valor. O MEU juizo de valor. E eu não me importo se você é alcoolátra. Não sou eu quem vai morrer de cirrose.

Eu não bebo álcool. Não gosto. Acho cerveja extremamente amarga. Nunca consegui tomá-la sem ter ânsias de vômito, por mais que eu tentasse. Os outros tipos de bebidas que têm álcool, eu geralmente não consigo beber por causa do ardor que provocam na garganta, ou dor no estômago ou coisas assim. E eu não gosto da sensação de ficar bêbada. Além disso, os meus amigos dizem que eu já sou louca o suficiente sem beber. Enfim... Não tenho muitas justificativas. A única coisa que desce redondo são os tão famosos e caros Ices.

Hoje, passeando pelo Orkut, fuçando fotos dos calouros da faculdade, achei uma foto bem interessante de um deles com um copo de Martini.

Tive que me curvar à beleza do drink. Ele é transparente, naquela taça super sensual, que parece um biquini da Madonna (ok. foi irônico), aquela azeitona boiando apoiada na beirada espetada por um palito... Enfim... Tudo muito hollywoodiano! Como diria o James Bond: "Vodka Martini, please. Shaken, not stirred"

E depois de toda a sedução da estética do drink, o meu colega (calouro é tudo burro mesmo! hehe) se rendeu à bebida... Segundo o que ele me contou, foi uma coisa meio "Eva e a serpente": A mãe dele disse que era bom, que era docinho, pra ele experimentar, e ele... bebeu! E achou horrível! Aquele sabor suuuuper adocicado com um resto de gosto amargo depois é trágico! Não deu outra! Tentou consertar: Amassou a pobre da azeitona dentro do Martini. E adivinhem? Ficou muito pior. Óbvio! O Martini, super doce, com azeitona, salgada. Deve ter ficado "uma beleza só"... Além de ruim, deve ter ficado muuuuuito feio!

Calouro... Fica a dica:

A azeitona, na minha opinião, serve para o seguinte:

O troço é ruim. Não tem jeito. Mas é chique. Então, façamos o seguinte: coloca-se alguma coisa gostosa por perto (dentro, no caso) pra você ir despistando durante o drink... Dá uma mordiscada na azeitona, toma um golinho da bebida, dá mais uma mordiscada... E assim sucessivamente, até acabar o suplício! Não é genial!?!?

É isso aí. Beber certos drinks é chique. Não há como evitar. Então que faça-se isso com o máximo de classe possível, e o mínimo de sofrimento!

E Salut!



postado por Rebeca Ribeiro as 09:25:08 0 comentários




domingo, 23 março, 2008
E o ganhador foi...

E a ganhadora da rifa anunciada no post BlogCamp-ES foi a Maria Braga, de Belo Horizonte!

O número sorteado foi: 101

A todos que participaram: MUITO OBRIGADA!



postado por Rebeca Ribeiro as 04:52:02 0 comentários




terça, 18 março, 2008
Pra mim? Ai ai ai!
Eu não acredito em correntes. Não acredito e pronto.

Por que será que as pessoas insistem em me enviar e-mails com o conteúdos do tipo:


" blá blá blá blá... blá blá blá blá... blá blá blá blá... blá blá blá blá... blá blá blá blá... blá blá blá blá... blá blá blá blá... blá blá blá blá... blá blá blá blá... blá blá blá blá...

Escreva um desejo (um verdadeiro)

blá blá blá blá... blá blá blá blá... blá blá blá blá... blá blá blá blá... blá blá blá blá... blá blá blá blá... blá blá blá blá... blá blá blá blá... blá blá blá blá... blá blá blá blá...

e mais

blá blá blá blá... blá blá blá blá... blá blá blá blá... blá blá blá blá... blá blá blá blá... blá blá blá blá... blá blá blá blá... blá blá blá blá... blá blá blá blá... blá blá blá blá...

Este desejo se realizará se você mandar para 5 pessoas em uma hora.
* Mande para 10 pessoas e seu desejo se realizará antes de seu aniversário! "

Fala sério! Corrente agora vem até com bônus, asterisco e letrinhas miúdas! Daqui alguns dias virão com os dizeres: "Imprima, assine e mande para a Caixa Postal XXX, CEP 30000-000, SP-SP e receba no conforto de sua casa o certificado de garantia de funcionamento dessa corrente, que será válido por um ano, desde que você envie o e-mail para 5.896.321 x 10² pessoas no prazo de 3 minutos."

Bem... Deixando um pouco de lado a questão "propagandística da coisa, tem algo que me intriga: eu não consigo entender o que leva uma pessoa esclarecida, inteligente e com acesso à tanta informação a acreditar em uma baboseira dessas. Sim! Por que eu recebo isso de colegas de faculdade, de professores e de amigos "pseudo-intelectuais" a rodo!

Imaginem comigo a cena:

O cara chega lá no mestrado com uma cara tensa. os colegas perguntam:
 - O que houve?
Ele, quase azul, com o suor escorrendo pelo rosto:
 - Nada... Nada de errado...
 - Tem certeza? Você está pálido, suando frio...
 - Ah... É por que eu enviei aqueles 47 e-mails de uma corrente que eu recebi, e depois percebi que deveriam ter sido 50... Eu jurava que tinha colocado 50 endereços...
 - E agora você está com medo?
 - Não... De forma alguma... Só um pouco preocupado mesmo.
E corre pro banheiro pra chorar.

Seria bizarro, não é?

Pois é! Eu também acho.

Então, já que ninguém acredita mesmo nessas correntes:

POR FAVOR! PAREM DE ENVIÁ-LAS A MIM!

E muito obrigada!


postado por Rebeca Ribeiro as 02:54:19 2 comentários




segunda, 17 março, 2008
Agora eu tenho a força!

Agora eu também posso comer ilimitadas tapiocas!

(Idéia da Lu Monte, do Dia de Folga)


postado por Rebeca Ribeiro as 10:20:56 1 comentários




quinta, 13 março, 2008
... e não rolou uma lágrima...

E do amor gritou-se o escândalo
Do medo criou-se o trágico
No rosto pintou-se o pálido
E não rolou uma lágrima
Nem uma lástima
Pra socorrer

E na gente deu o hábito
De caminhar pelas trevas
De murmurar entre as pregas
De tirar leite das pedras
De ver o tempo correr

Mas, sob o sono dos séculos
Amanheceu o espetáculo
Como uma chuva de pétalas
Como se o céu vendo as penas
Morresse de pena
E chovesse o perdão

E a prudência dos sábios
Nem ousou conter nos lábios
O sorriso e a paixão

Pois transbordando de flores
A calma dos lagos zangou-se
A rosa-dos-ventos danou-se
O leito dos rios fartou-se
E inundou de água doce
A amargura do mar

Numa enchente amazônica
Numa explosão atlântica
E a multidão vendo em pânico
E a multidão vendo atônita
Ainda que tarde
O seu despertar.

(Música Rosa-dos-ventos, de Oswaldo Montenegro)



postado por Rebeca Ribeiro as 05:24:22 0 comentários




segunda, 10 março, 2008
Manifesto à vaidade femina

"Homem que é homem de verdade não olha se a mulher passou esmalte na unha do pé. Homem que é homem de verdade olha bunda e peito".

(frase de um amigo meu, ao ver a minha
cara de desapontamento por ter estragado o
meu esmalte vermelho. Esmalte esse que eu
havia demorado quase duas horas para
passar sem fazer bagunça... Detalhe: Ele
vai querer me matar quando souber que eu
publiquei isso...)

Ouvir uma frase desse tipo me fez pensar: Por que é que nós, mulheres, fazemos esse esforço sobre-humano pra nos mantermos bonitas e atraentes para "eles" se, no fim das contas, tanto faz? Está na moda dizer que "celulite todo mundo tem", que "homem gosta de ter onde pegar", que "quem gosta de osso é cachorro", e outras frases-feitas que fazem com que nós realmente acreditemos que os homens não se importam com as nossas gordurinhas, celulites, estrias e afins.

Tá bom. Até aí tudo bem. Eu concordo em gênero, número e grau com a idéia de que essa magreza excessiva que tem sido imposta pela mídia é burra e escravizante.

Mas existe um outro lado da moeda. O que está acontecendo é que as mulheres, cansadas de terem que comer alface, estão chutando o pau da barraca. Deixando pra lá mesmo. E isso começa a trazer consquências que são, no mínimo, bizarras.

E eu falo não apenas da questão do peso. Existem outras coisas que estão sendo deixadas de lado. Unhas, cabelos, banho, depilação...

Acho que todo mundo já deve ter visto por aí alguma das gordinhas "satisfeitas", que colocam suas mini-blusas e saem por aí hasteando sua bandeira de "sou feliz comigo mesma", esfregando os seus quilos na cara de quem quiser - e quem não quiser - ver. Todo mundo também já deve ter visto pés de dar medo. Mãos de dar medo. Sentido cheiros de dar medo.

É isso que chama-se liberdade? É isso o oposto da "ditadura da estética"?

Rever conceitos é muito importante. Saber que ser magra, linda e loira-de-franja-escovada não é tudo no mundo, e nem passa perto de ser um bom objetivo de vida.

Mas daí partir para o "sou obesa e feliz", deixando de lado questões muito mais sérias, tais como hipertensão, hipotireidismo, compulsões alimentares e outros é um retrocesso.

Os homens (creio eu) realmente não se preocupam se a companheira engordou 200 gramas, se ela mudou o tom do cabelo de loiro-médio-acinzentado para loiro-claro-natural. Mas com certeza se preocupam com o fato de que ao roçar no pé da esposa na cama ele acha que está dormindo com uma pedra pome. Com certeza se preocupam com o fato de a sua mulher não ter mais fôlego pra nada por que está com 110 quilos!

Meninas: Vamos saber até onde a nossa vaidade é paranóia e parar antes disso.

Meninos: Cuidado com o que vocês falam. Quero ver qual de vocês tem uma namorada que não se depila, não penteia o cabelo e tem 40 quilos de sobrepeso.

Liberdade sim. Esculachar: aí não dá, né gente!



postado por Rebeca Ribeiro as 03:34:35 1 comentários




sexta, 07 março, 2008
Mulheres! Ebaa!

Ela que descobriu o mundo
E sabe vê-lo do ângulo mais bonito
Canta e melhora a vida, descobre sensações diferentes
Sente e vive intensamente

Aprende e continua aprendiz
Ensina muito e reboca os maiores amigos
Faz dança, cozinha, se balança na rede
E adormece em frente à bela vista

Despreocupa-se e pensa no essencial
Dorme e acorda

Conhece a Índia e o Japão e a dança haitiana
Fala inglês e canta em inglês
Escreve diários, pinta lâmpadas, troca pneus
E lava os cabelos com shampoos diferentes

Faz amor e anda de bicicleta dentro de casa
E corre quando quer
Cozinha tudo, costura, já fez boneco de pano
E brinco para a orelha, bolsa de couro, namora e é amiga

Tem computador e rede, rede para dois
Gosta de eletrodomésticos, toca piano e violão
Procura o amor e quer ser mãe, tem lençóis e tem irmãs
Vai ao teatro, mas prefere cinema

Sabe espantar o tédio
Cortar cabelo e nadar no mar
Tédio não passa nem por perto, é infinita, sensível, linda
Estou com saudades e penso tanto em você

Despreocupa-se e pensa no essencial
Dorme e acorda...

(Música "Gerânio", de Marisa Monte.
Composição: Nando Reis, Marisa Monte, Jennifer Gomes)

No dia 8 de março comemora-se o Dia Internacional da Mulher. Nessa mesma data, no ano de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho. A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas.

Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.

Fica aqui hoje a minha homenagem à todas as mulheres e o desejo de que todas nós possamos nos despreocupar e pensar no essencial...


(fonte da informação sobre a data: http://www.suapesquisa.com/dia_internacional_da_mulher.htm)



postado por Rebeca Ribeiro as 01:41:33 0 comentários




quinta, 28 fevereiro, 2008
Twitter? Hã?

Depois da minha campanha para venda de rifas com o intuito de levantar fundos para a minha viagem para o Espírito Santo, percebi que tem muita gente por aí que tem um puta interesse em Tecnologia, mas não tem tanta afinidade com o tema. Então, quando eu lembrar, e tiver inspiração, vou falar sobre algumas coisas pertinentes ao mundo online.

Tá bom que isso deve soar meio chato pra quem já está na rede há séculos. Então, pra quem está nessa turma, simplesmente deixe esse post pra lá. (ou leia pra depois dizer: "como ela disse bobagem!")

Então... Ao que interessa. Hoje vou falar sobre o meu mais novo vício: O Twitter.

Segundo a Wikipedia (em inglês), "Twitter é uma rede de relacionamentos livre e um serviço de micro-blog que permite aos usuários enviarem atualizações (ou "twitts"; posts de texto, com no máximo 140 caracteres) para o site do Twitter, via SMS, mensagem instantânea (...). As atualizações são mostradas na página inicial dos usuários e instantâneamente aos usuários que tenham solicitado o recebimento. A pessoa que envia pode restringir as suas atualizações para aqueles que estão no seu círculo de amizades. Os usuários podem receber atualizações via website, mensagem instantânea, SMS, RSS, e-mail, ou outra aplicação."

O Twitter é um serviço de Web 2.0, ou seja, um serviço da "nova web". ("Web 2.0 diz respeito a aplicações online que permitem interagir em comunidades virtuais, veicular informações e compartilhar conteúdos. Na Web 2.0, os usuários não utilizam a internet apenas como fonte de informação - eles criam a própria informação" - Época Negócios)

Trocando em miúdos, o Twitter é mais uma forma de se gastar tempo em frente ao computador, manter-se atualizado sobre os movimentos dos grupos dos quais você faz parte e, obviamente, falar muitas inutilidades (assim como lê-las).

Depois de tanto blá-blá-blá tecnológico, vai a melhor definição de Twitter que eu encontrei por aí. Ela veio do @garradini, no próprio Twitter:

"Uma sala alcochoada cheia de malucos olhando pra parede. Um fala e quem quiser responde ou não. Somos malucos que falamos sozinhos na maioria das vezes. O Twitter agrega e dispensa receptores"

Pronto. Falei.

Por lá é todo mundo meio doido. Inclusive eu.



postado por Rebeca Ribeiro as 03:26:55 0 comentários




quarta, 27 fevereiro, 2008
Merdas!

O que leva as pessoas a só fazerem merda diante da possibilidade de um envolvimento que dure mais do que 15 minutos?

Eu tenho algumas explicações. Umas minhas, outras nem tanto.

1º: auto-sabotagem. Essa quem disse foi uma psicóloga. Quando você encontra alguém que pode tirar você do estado em que está (o de solteirice, no caso), você tende a fazer coisas que afastem essa pessoa de você. Ou seja: Merda.

2º: vontade verdadeira de ficar só. Se você é um solteiro convicto, e você encontra *aquele* ser capaz de te tirar o ar, e te impedir de pensar e respirar ao mesmo tempo, a primeira coisa que o seu instinto de solteiro faz com que você faça é uma grande merda. Assim você se mantém solteiro.

3º: falta total de tato. Para homens (principalmente nerds) esse é sempre o maior motivo. A menina chega toda sorriso e o cara: "Ei. Sua maquiagem tá toda borrada" ou então "Tem milho de pipoca no seu dente da frente". A menina vai no banheiro limpar a cara - ou o dente e, muito provavelmente, dar descarga na própria cabeça.

4º: amor à primeira vista. Calma aêee! Antes que comecem a chuva de pedras sobre a minha cabeça, deixem-me explicar. Não. eu não acredito em "amor à primeira vista". Não naquele do tipo dos filmes hollywoodianos que um idiota olha pra uma princesa, e dentro de 10 segundos os dois estão em cima de uma cama... Mas é que realmente tem hora que olha-se pra alguém e já dá pra imaginar todo o resto da sua vida com aquela pessoa. Isso acontece mais com as mulheres. Aí então, você perde a noção do ridículo e faz o possível e o impossível pra ficar com o tal. Ou seja: Merda!


Enfim. Não há muito o que se fazer nesses casos. Quando aparece *aquela oportunidade*, o melhor mesmo a se fazer é correr dela antes que você acabe fazendo alguma merda.

Dizem por aí que se tiver que ser, será.

E é com essa que eu estou contando,
por que eu acho que domingo passado
eu fiz um monte de merda, de pelo
menos três dos quatro jeitos citados acima...



postado por Rebeca Ribeiro as 04:24:45 1 comentários




BlogCamp-ES

Começa a maratona rumo ao BlogCamp-ES. Faltam 23 dias para o evento. Até ontem eu não ia. Agora, depois de um surto inspiratório, decidi que vou. Mas, é claro, não vou apenas pelas minhas próprias forças. Estou contando com a ajuda da minha turma.

Como eu sou universitária (de faculdade pública), bolsista, estagiária e não tenho grana pra bancar as despesas de uma viagem para Vila Velha em plena Semana Santa, resolvi pensar uma forma de levantar o cash necessário. Então, twittando lá do estágio, me veio uma idéia: Por que não fazer uma rifa? E é isso mesmo que eu vou fazer! Estou rifando um Pen Drive Kingston de 2GB. O esquema é o seguinte: Cada rifa custa dois reais. Eu preciso de grana só pra passagem. Um blogueiro muito gente boa lá de VV resolveu que me cabe no sofá do apartamento dele! E rango, quem já foi no BlogCamp sabe, é o que não falta no evento!

E, como blogueira que sou, resolvi estender minha campanha para o blog. Se você quer ser mais um patrocinador da minha viagem, pode mandar e-mail para rebeca.rbnr@gmail.com com o seu contato. Eu respondo com os dados necessários para você comprar a sua rifa (infelizmente eu ainda não aceito Pay-pal).

O sorteio será realizado no dia 20 de março (por que eu preciso viajar no dia 21) através do ramdom.org, que faz sorteios aleatórios conforme critérios definidos pelo usuário. E para garantir a imparcialidade do sorteio, ele não será feito por mim. A Sandra Nery, do blog Filosofia em Dia, é quem vai fazê-lo.

Os ganhadores serão comunicados por e-mail e por telefone. E todas as pessoas que participarem da campanha vão ganhar um link no meu blog*.

Então, galera! É isso aí! Foi dada a largada! Conto com vocês!


* Ter um link no meu blog pode não parecer uma idéia tão tentadora, mas em breve será. Estou a um passo de me mudar para um domínio pago (serei uma garota-ponto-com), e um link lá será uma idéia um pouco melhor!



postado por Rebeca Ribeiro as 09:54:41 6 comentários




domingo, 24 fevereiro, 2008
Este post é quase uma propaganda

Estar solteiro é uma coisa. Ser solteiro é outra. Existem as pessoas que gostam de namorar, e que ficam solteiras por mero acaso, e essas são do primeiro grupo; e existem as pessoas que não gostam de namorar e que namoram por pura burrice casualidade, e essas fazem parte do segundo grupo.

Esse texto dá razões para as pessoas do primeiro grupo passarem para o segundo.

Assistam o vídeo: "How to break up with your girlfriend in 64 easy steps", de Lev Yilmaz. Ele te dá motivos de sobra pra entrar/permanecer no time dos solteiros convictos.

Agora, os meus argumentos: Namorar cansa. Dá trabalho. Dá despesa (os homens que o digam). Quando você está solteiro você pode fazer sexo com quem você quiser, sem se preocupar em soterrar o seu telefone celular no dia seguinte pra evitar que a sua namorada descubra - por que, é claro, você não contou pra moça que você "pegou" ontem à noite que você tinha namorada e, ainda por cima, por estar bêbado e com sono, deu o seu número de telefone pra ela. Quando você está solteira você pode sair com quem você quiser - amigos e amigas - sem se importar se o quanto você quer/pode comer ou beber estará dentro do orçamento do seu namorado pobre e machista que não deixa você pagar a sua parte da conta, por quê, afinal de contas, se você está solteira, você sempre vai pagar a sua parte da conta.

Isso ainda é pouco se levarmos em consideração que coisas como: Não precisar ir buscar algo na cozinha para peidar enquanto está no corredor; não precisar acordar primeiro para escovar os dentes - por que o seu namorado chato não te beija com bafo de dormir; poder jogar bola com os caras sem ter que agrupar trinta-e-duas-mil-setecentas-e-noventa provas substancias de que você estava apenas jogando bola... Essas coisas não têm preço. (Entre outras tantas coisas que só os solteiros podem fazer)

Há pessoas e pessoas. Geeks tímidos, por exemplo, às vezes - só às vezes - pensam que namorar seria mais interessante - um "bom negócio", digamos. Afinal, pessoas tímidas não conseguem fazer sexo casual. E se o geek tem uma namorada essa parte fica parcialmente resolvida. Mas as namoradas têm TPM, lembra? E aí o Geek começa a fazer as contas de quantos dias no mês ela fica irritada, mal-humorada, hiper-sensível e abstinente, e descobre que se ele economizar o esforço que ele faz em acalmá-la nesse período e usá-lo para vencer a timidez vai conseguir mais sexo do que ele tem com a sua namorada nos dias que ela não está de TPM. E, muito provavelmente, com mais pessoas, e melhores. E ele volta pro time dos solteiros.

E chama a ex-namorada de neurótica. E dá um bom motivo para as mulheres ficarem longe dele. E aí elas passam a achar mais interessante ficar solteiras. E aí o segundo grupo vence. E, ocasionalmente, ele - o Geek - pensa em começar a namorar novamente. (Mas isso é um problema administrativo passível de resolução...)

Se isso tudo ainda não foi argumento suficiente para você - você mesmo, que namora há trocentos anos e não tem coragem pra terminar - passar para o segundo grupo, leia o solteiros.org. Quem sabe assim você não se convence?

PS: Eu não gosto de legendas. Mas para quem não fala inglês e precisa delas, segue o link para o vídeo com tradução. Como terminar com a sua namorada em 64 passos simples.



postado por Rebeca Ribeiro as 09:54:25 1 comentários




quarta, 20 fevereiro, 2008
Irrelevant. Please!

Eu não quero ser relevante.

A partir de agora quero ser média.

Mediana.

MEDÍOCRE.



postado por Rebeca Ribeiro as 04:01:33 0 comentários




segunda, 18 fevereiro, 2008
Digno do Cyanide and Happiness... E nem por isso legal.

 - Mas por que não?

 - Ah... Você não faz o meu tipo...

 - Hummm... Tá...

 - ...

 - Err... E qual é o seu tipo?

 - Ih! Sei lá!

 - ...

(dá as costas e vai embora)



postado por Rebeca Ribeiro as 07:52:08 0 comentários




segunda, 11 fevereiro, 2008
Bonita pra quê? Eu sou inteligente!

Ser inteligente não dá moral... Ser bonito(a) (leia-se: gostosa-semi-anoréxica-com-bronzeamento-artificial-e-marquinha-de-biquini-e-cabelo-loiro) sim. Mas pra ser bonito(a) é preciso sofrer. Tem que malhar, fazer dieta, tomar suplemento, injeção disso e daquilo e todas essas coisas que pessoas que se dedicam um pouquinho (um pouquinho só) ao trabalho intelectual não têm um pingo de paciência - ou conhecimento - pra fazer.

Esclarecendo fatos: Eu sou uma estudante de Letras. Eu estudo Grego. Gosto de computadores e seriados japoneses. Gosto de jogos de RPG online. Ou seja: Sou geek. Nerd. CDF. Do que quiserem chamar. Outro dia me compararam à uma mosca albina, de tão freak. Não sou cocota de academia. Tenho 1,74 de altura e estou quase 10 quilos acima do peso ideal. O que faz com que eu não seja gorda, mas esteja longe o suficiente da faixa (anoréxica) de peso ideal...

Então, isto posto... À história.

Estava eu feliz comendo canudinhos de doce de leite, deliciosos, diga-se de passagem, e pensando que todas aquelas calorias estavam indo direto para o meu nada magro quadril. De repente, não mais que de repente, aparece sobre a minha cabeça aquela nuvenzinha de pensamento... Aquela, sabe? Bem típica de "O Fantástico Mundo de Boby"... E nela aparece o AMIGO (Sim. Com maiúsculas. Ele é o tipo de cara que nem nos meus sonhos eu pego. Se, dormindo eu chegar nele, é capaz de tomar um fora) do meu irmão, todo malhado, com dois altéres nas mãos, malhando e repetindo incessantemente: "Ser bonito não é prazeroso. Ser bonito faz sofrer"... E ad infinitus ele repetia isso...

Enfim... Larguei o décimo quarto canudinho exatamente onde ele estava, guardei os restantes na geladeira e fiquei pensando: "Mas pra quê eu preciso ser tão bonita? Eu já sou inteligente..."

E isso foi um argumento bem convincente. Meia hora depois... Aos canudinhos.

Músculos, gostosas e afins: Danem-se todos. Eu quero comer, e não pastar.



postado por Rebeca Ribeiro as 06:39:22 4 comentários




quinta, 07 fevereiro, 2008
Conserto?

Más línguas. Más interpretações. Maus textos.

Preguiça.                      Má vontade.

Más companhias.  Maus costumes.

Vício. Vontade. Obstinação.                                          Erro.


Conserto?



postado por Rebeca Ribeiro as 04:02:16 0 comentários




quinta, 31 janeiro, 2008
How Addicted to Blogging Are You?

"O quão viciado em Blog você é?"

Essa é a tradução do título desse post.

E esse é o resultado do MEU vício:

[Ah... Eu nem sou tãaao viciada assim! (risos!)]




postado por Rebeca Ribeiro as 07:02:22 2 comentários




Lágrimas de São Pedro

Não, Marisa... A enxurrada não estava seca esses dias...
Estava, a bem da verdade, bastante molhada... E não era só a chuva... Tinha muita lágrima rolando por lá também...

            "Se acabar não acostumando
            Se acabar parado calado
            Se acabar baixinho chorando
            Se acabar meio abandonado
            Pode ser lágrimas de São Pedro
            Ou talvez um grande amor chorando
            Pode ser o desabotoado céu
            Pode ser coco derramando"

[na melhor das hipóteses, um grande amor chorando...]

(entre aspas: trecho de "Segue o seco", de Marisa Monte)



postado por Rebeca Ribeiro as 12:03:34 0 comentários




domingo, 27 janeiro, 2008
Descera sem saber o quanto...

"Nus
Olhos nos olhos
Mas sobretudo
Nus

A ilusão se foi
Ela ficou
Ele permanecia ali

Apagou o cigarro e suspirou

Ela mais uma vez odiou os cigarros
As línguas
As mãos
O corpo dos homens
O homem

Se demorasse mais um instante
Talvez lembrasse a oração
Que sabia de cor

Mas havia se esquecido

Se demorasse mais um instante

Choraria e choraria
E seu dilúvio seria
O flagelo dos homens

O mundo se inundaria
E finalmente se acabaria...

Virou-se
Vestiu-se
Saiu

Talvez se
Não houvesse hesitado aqueles instantes
Não vivesse esses anos
Que passavam por ela
Entre a mesma porta
E o antigo corredor

O elevador demorou e
Já era uma velha
Quanto entrou

Desceu
Sem
Saber
O
Quanto

Quando
A porta do elevado
Se abriu
Já era tarde demais
Para sair

Descera
Sem
Saber
O
Quanto

Sob a luz do dia
A rua se desfazia

O salto do sapato quebrou-se
O amplo inferno crescia..."



postado por Rebeca Ribeiro as 10:51:49 0 comentários




sexta, 25 janeiro, 2008
Ativar "o que eu estou ouvindo".

Creep (Radiohead)

When you were here before
Couldn't look you in the eye
You're just like an angel
Your skin makes me cry
You float like a feather
In a beautiful world
I wish I was special
You're so fucking special
But I'm a creep
I'm a weirdo
What the hell am I doing here?
I don't belong here.

I don't care if it hurts
I want to have control
I want a perfect body
I want a perfect soul
I want you to notice
When I'm not around
You're so fucking special
I wish I was special
But I'm a creep
I'm a weirdo
What the hell am I doing here?
I don't belong here.

She's running out again
She's running out
She run, run, run, run
Run.

Whatever makes you happy
Whatever you want
You're so fucking special
I wish I was special
But I'm a creep
I'm a weirdo
What the hell am I doing here?
I don't belong here
I don't belong here.



postado por Rebeca Ribeiro as 02:05:02 0 comentários




segunda, 21 janeiro, 2008
Viva o Google-Salvador-de-Geeks-tímidos

Tá bom pessoal. Tem gente aqui que nunca me viu.

Então.

Aviso: Eu não sou uma miss. (Nem tenho pretensão de sê-lo)

Também tô longe de ser a desgraça pelada. É que tem horas que ser só inteligente, e ter fama de Nerd, Geek, CDF e afins cansa. Aí você resolve ser "da pegada". Mas como fazer isso depois de quase 24 anos de puro 'Cê-dê-efismo"? Ora! Do jeito mais fácil de todos: Procurando ajuda no Google!

"Anh? Como assim?"

É! Isso mesmo!

Depois de dois eventos frustrantes no quesito "pegar geral", resolvir procurar técnicas no Google! E, claro, encontrei. Aí vai o que eu achei mais útil.

(Vou compartilhar, né, galera? Afinal de contas... Não sou a única Nerd por aqui...)

Como se dar bem em uma festa [TUTORIAL]

Boa sorte pra nós!

Observação: Pra quem teve a paciência de ler até aqui, de clicar no link, e seguir em frente, uma dica: Riam bastante do comentário #9. Parece que quem comentou sabia que um dia eu iria citar esse texto!

Fim do Post: *às gargalhadas* MODE: ON/



postado por Rebeca Ribeiro as 07:19:30 0 comentários




quinta, 17 janeiro, 2008
Ao som de Bandolins...

De longe o som de um piano...
E começam sons de gaitas... Irreconhecíveis... Praticamente inaudíveis...

E ela caminhando solitária naquelas ruas. Ruas outrora cheias de vida lhe pareciam estranhamente vazias. Esse caminho, que ela já percorrera centenas de vezes, soava desconhecido. Aquelas casas, aquelas ruas, aquelas árvores...

Elas já os tinha visto? Já os tinha tocado? Ao menos passado por eles?

E aquele som de piano continuava...

"Como fosse um par que nessa valsa triste se desenvolvesse ao som dos bandolins... E como não?... E por que não dizer que o mundo respirava mais se ela apertava assim seu colo..."

E continuava caminhando. E pensava em tudo que havia acontecido. E se lembrava de todos que ficavam pra trás...

Que ficavam pra trás? Como? Se ao se virar ainda era possível vê-los? Eles continuavam onde sempre estiveram. Ela se moveu. Ela os havia deixado...

"... E como se não fosse o tempo em que já fosse impróprio se dançar assim, ela teimou e enfrentou o mundo se rodopiando ao som dos bandolins..."

E o caminho, de repende, começa a parecer familiar novamente... Sim! Ela o estava reconhecendo... E o som triste daquele piano estava mais perto. E como era triste! Os seus olhos marejavam, e suas têmporas doíam. E ela não sabia nem ao menos o por quê... (Era culpa daquele piano... Talvez...)

Se ela olhasse pra trás agora não veria mais ninguém. Estava só. Enfim livre. E agora podia fazer o que há muito queria: Gritar!

E gritou!... E gritou!... E o grito se transformou em pranto...

"... e como um par, o vento e a madrugada iluminavam a fada do meu botequim... Valsando como valsa uma criança..."

E o seu pranto doía por dentro e por fora... E o som daquele piano parecia ditar o ritmo dos seus soluços, como que dizendo: "Você não chora sozinha..."

E começaram, então, a dançar. Ela, seu choro, e as notas daquele estranho piano...

"Ela valsando, só na madrugada, se julgando amada..."

O caminho termina da forma que ela sonhara. Tragicamente belo. Ninguém fora de si própria e as notas de um piano distante que se compadeceu de sua solidão.

E agora não havia mais solidão, nem sofrimento,nem gritos, nem o piano, nem a gaita, não haviam bandolins... e nem ao menos seu choro...

Era tudo silêncio. Por dentro e por fora.

E ninguém a encontrou.

"... ao som dos bandolins..."

[Trechos em itálico: música "Bandolins", de Oswalvo Montenegro.]



postado por Rebeca Ribeiro as 09:53:53 1 comentários